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​​Low-Code, o segredo das aplicações de gestão


​​Quando se pensa na programação de uma aplicação ou plataforma, imaginam-se logo as longas e complexas linhas de código que serão necessárias escrever de forma a obter o resultado pretendido. Se durante vários anos esta era a realidade dos programadores, este panorama começa agora a mudar. Várias tarefas começam a ser automatizadas, permitindo reduzir o tempo despendido em tarefas repetitivas e libertando os profissionais da área para o que realmente importa: a inovação! 
​Aliado a estes avanços na programação, várias são as plataformas e conceitos que têm surgido de forma a simplificar a escrita de código, sendo cada vez mais frequente a existência de programas Low-Code.

​O que é o Low-Code?

O termo Low-Code foi utilizado pela primeira vez por Clay Richardson e John Rymer, analistas da Forrester, num relatório publicado em 2014. Neste relatório, era abordado o tema da implementação de aplicações com o mínimo de desenvolvimento manual de código usando, para isso, plataformas com uma interface visual e com um funcionamento em drag and drop (arrastar e largar).

​​No entanto, o Low-Code não é algo totalmente novo. De certa forma, o Low-Code é uma atualização de uma ferramenta introduzida nos anos 80, o Rapid Application Development (RAD). Introduzida como alternativa às técnicas tradicionais de programação, o RAD focava-se em métodos rápidos e interativos que permitiam melhorar a experiência do utilizador e o desempenho da aplicação.
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​​Low-code, por outro lado, é um conceito de desenvolvimento de código visual. Através de uma interface em drag and drop, permite que programadores com vários tipos de experiência consigam desenvolver aplicações de forma facilitada e menos morosa.
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​​Com este tipo de plataformas, os programadores evitam passar longas horas a escrever linhas de código mais básicas, passando a utilizar uma ferramenta com interface gráfica que permite analisar integrações, dados e lógicas de forma rápida e visual.
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​​As plataformas de desenvolvimento Low-Code, costumam seguir as seguintes regras:

​​1- Um ambiente gráfico de desenvolvimento integrado: Um ambiente visual para desenvolver a UI, fluxos de trabalho e modelos de dados dos projetos, havendo sempre a possibilidade de adicionar código escrito à mão.

​2- Conectores para vários back-ends ou serviços: Trata automaticamente as estruturas de dados, armazenamento e recuperação.

​3- Gestor de ciclo de vida de aplicação: Ferramentas automatizadas para construir, depurar, implementar e manter a aplicação em teste,  staging ou produção.

​Low-Code vs No-Code

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Existem dois tipos de plataformas que poderão ser confundidas. O Low-Code e o No-Code apresentam objetivos idênticos, com um nível diferente de complexidade.
​​Ao contrário das plataformas de Low-Code, as plataformas No-Code consistem em sistemas que permitem desenvolver aplicações sem necessidade de inserção de qualquer linha de código, utilizando para isso somente um conceito de blocos (drag and drop).
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​​Estas são as características de cada um destes modos de desenvolvimento de aplicações:
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​​Low-Code

1. ​Utilizado para aplicações complexas;

2. ​Aplicações com um ciclo de vida superior a 5 anos e menos atualizações;

​3. Permite um maior controlo de desenvolvimento.

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​​No-Code

​1. Utilizado para aplicações de report e análise de dados;

2. ​Aplicações com atualizações e mudanças de utilização frequentes;

​3. Aplicações Mobile Responsive;

​Que vantagens traz o Low-Code às empresas?

 
​​Segundo a Gartner, 65% do desenvolvimento de aplicações irá incluir, pelo menos, uma plataforma Low-Code/No-Code até 2023.
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​​Esta previsão de crescimento mostra o potencial que esta ferramenta representa para as empresas. Com as ferramentas de desenvolvimento Low-Code é possível obter um maior envolvimento dos atores que participam no desenvolvimento de aplicações, além de permitir aumentar a agilidade das empresas e reduzir a complexidade do processo de desenvolvimento de aplicações.

​​Podemos então destacar as seguintes vantagens na utilização do Low-Code nas empresas:

​Facilidade para testar novas ideias

​​Com um desenvolvimento simples e que não carece de grandes conhecimentos de programação, este tipo de plataformas permite rapidamente testar uma ideia e fazer prova do conceito sem grandes demoras e de forma autónoma.
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​Flexibilidade para criar produtos adaptáveis
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​​Outra vantagem das plataformas Low-Code é a simplicidade em customizar e adaptar os projetos de acordo com as necessidades. Com uma lógica modular, é possível adicionar, mover ou remover blocos de forma simples e rápida. ​​Diferente do modelo tradicional, em que a alteração do código é algo que pode levar um longo período de tempo, é possível fazer um desenvolvimento mais célere e menos complexo.
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​Maior envolvimento das equipas

​​Uma vez que o Low-Code permite a inclusão no projeto de pessoas com poucos conhecimentos de programação, é uma ferramenta que permite aumentar o trabalho colaborativo e fomentar um desenvolvimento conjunto com vários elementos das equipas.
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​Escalabilidade

​​O Low-Code é uma ferramenta que se pode adaptar a diferentes realidades e dimensões. Além disso, e como as empresas estão em constante desenvolvimento, permitem acompanhar o crescimento e potenciar alterações de forma simples e à medida que surgem as necessidades.

​Primavera Omnia Platform - Apps num instante e à medida

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Com o Omnia Platform, da PRIMAVERA, não precisa de desenvolver aplicações de raiz, esperar semanas até que os testes revelem alguma qualidade de utilização, e disponibilizá-las passados meses.
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​​OMNIA Platform é uma plataforma web Low-Code de desenvolvimento ágil e simples, mesmo para quem não tem conhecimentos em linguagens de programação. Se tem na sua equipa recursos com conhecimentos nas principais linguagens de programação, como C#, Javascript ou SQL, em poucos minutos, tirará partido dos modelos existentes, criando as suas próprias Apps de forma simples e cumprindo todas as regras do seu negócio.

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​​Com o Omnia Platform, pode usufruir das seguintes vantagens: 

-​Integração simples entre sistemas, plataformas e aplicações;

​-Mobilidade total no acesso à informação;

-​Interfaces nativas para ambientes móveis;

-​Rapidez de adaptação à dinâmica do mercado;

​-Total segurança no acesso aos dados;

-​Máxima rentabilização do investimento em IT;

​Serviço all in one: infraestruturas, disponibilidade, manutenção e performance
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